Programa Evolua
Para quem é
O Programa Evolua foi pensado para quem tem dor persistente e já sofre no dia-a-dia os impactos desta condição. Para estas pessoas a dor deixa de ser apenas um sintoma e passa a ser a própria doença. Veja abaixo algumas condições dolorosas em que o tratamento multidisciplinar individualizado será fundamental para o alívio das dores e melhora da qualidade de vida.
Quem podemos apoiar com nosso Programa Evolua de Tratamento da Dor
Pessoas com dores persistentes, causadas por diversos fatores, que aparecem constantemente ou até diariamente, em várias regiões do corpo; são difusas e podem provocar uma sensação de queimação, facada, latejante, pontada, choque, tensão, formigamento, coceira, cansativa e/ou exaustiva, entre outros sintomas e que não melhoram com tratamentos “tradicionais”.
Pessoas com limitações para as atividades da vida diária, como sentar e levantar, caminhar, subir escadas, mudar de posição, vestir-se, entre outras tarefas simples que se tornam complicadas e, muitas vezes, até doloridas.
Pessoas com lesões musculoesqueléticas que não estão melhorando conforme o esperado pelos protocolos de tratamento, como: lombalgias agudas, entorses de joelho, tornozelo, tendinopatias diversas, bursites, fascite plantar, entre outras.
Pessoas que já têm sua qualidade de vida afetada pela dor, com alterações emocionais, como: privação de sono, irritabilidade, desânimo, depressão, ansiedade, isolamento social, entre outros.
Pessoas com diagnóstico de fibromialgia, artrite reumatoide, lúpus, chikungunya, entre outras doenças reumáticas. Geralmente, com sintomas de dores persistentes, fadiga crônica, ansiedade e/ou depressão.
Dores de coluna cervical, torácica ou lombar, de qualquer origem.
Dores causadas por artrose.
Pessoas com algum tipo de dor pélvica, ou seja, dores sentidas na região abaixo do umbigo e acima das pernas. É comum estar associada a algum outro problema como endometriose, doença inflamatória pélvica, aderências, ou adenomiose, síndrome do intestino irritável e hérnias no sistema gastrointestinal, cistite intersticial ou síndrome uretral, síndromes miofasciais, fibromialgia e síndrome do piriforme.
Pessoas com dores de cabeça agudas ou crônicas (cefaleias), que podem, ou não, ter característica pulsátil, náusea, vômito, distúrbio visual, fotofobia e/ou fonofobia. Às vezes, dá avidez por alguns alimentos e o raciocínio e memorização ficam lentos.
Pessoas com dores neuropáticas, como radiculopatia lombar (mais conhecida como “ciática”), neuralgia pós-herpética (dor pós-herpes zoster), neuropatia diabética, neuropatia causada por HIV, ou dor neuropática pós-cirúrgica, que ocorre quando algum nervo é lesionado durante uma cirurgia. Os sintomas mais comuns são dor em choque ou em queimação, formigamento e sensações alteradas.
Dor lombar inespecífica, ou seja, aquela dor lombar que não melhora por nada e que não está relacionada a lesão nos músculos, nos tendões e/ou qualquer outra causa determinada, como por exemplo uma hérnia de disco, ou uma degeneração articular. Muitas vezes, os profissionais de saúde ainda fazem diagnósticos baseados nessas alterações estruturais, embora representem apenas 10% dos casos.
Dores na terceira idade.
Qualquer condição de dor que possa estar impactando a qualidade de vida da pessoa, em qualquer uma de suas áreas, como física, emocional, social e/ou espiritual.